Um dos melhores dias da minha vida *__*
domingo, 6 de dezembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
A vida.....
Dizem que devemos viver a vida como se fosse o último dia de nossas vidas... Que não devemos ter rancor no coração e estar sempre de bem com pessoas...
Mesmo com o coração despedaçado, é possível fazer isso?
Alguém pode me ensinar?
Mesmo com o coração despedaçado, é possível fazer isso?
Alguém pode me ensinar?
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
FIFA FAZ POLÍTICA E CONTEMPLA AMIGOS
SAIU NO ESTADO DE SÃO PAULO NO DIA 1 DE JUNHO DE 2009.
Quem vai se interessar em construir estádios onde não há perspectiva de lucro? O anúncio das 12 cidades da Copa do Mundo 2014 não trouxe surpresas.
Contemplou as maiores capitais do País, os amigos, ampliou relações políticas e plantou sementes dos problemas pós – mundial . Com toda a pompa que envolve os encontros da FIFA, Joseph Blatter, presidente da entidade, fez o parto dos elefantes brancos que o Brasil terá de alimentar depois da competição.
Você já sabe de onde vai sair a ração dessa bicharada, prepare seu bolso. Dificilmente haverá competição sem que o dinheiro público faça parte do esquema. Nos Jogos Pan Americanos foi assim. O orçamento inicial previsto para consumir R$ 400 milhões, incinerou dez vezes mais. O melhor comentário sobre a situação foi do presidente Lula, ao perceber de onde viriam as garantias para a realização do evento: “ Sobrou pra nós. Nós governo,nós povo, nós..
A partir de agora, a palavra da moda será legado, designado para justificar os benefícios deixados pelos investimentos na Copa. O problema não está nas obras, no legado para a população das cidades escolhidas. Longe disso, todo mundo merece transporte público de país desenvolvido, estradas sem buraco, cidades limpas e seguras. Curioso que o Brasil precise do Senhor Blatter, que mora na Suíça, para nos apontar onde se deve construir uma estação do metrô, por exemplo. O mundial faz milagres. O que seria da gente sem a FIFA? O perigo desse grande negócio reside na outra ponta da relação dos tais legados, o esportivo. A pedido da CBF foram escolhidas 12 sedes.
No lugar de uma competição enxuta, haverá mais dinheiro despejado em construção ou reforma de estádios, o que na prática acaba sendo a mesma coisa. Calcula- se um investimento médio de R$ 300 milhões nas novas arenas.
Depois do Pan do Rio, ninguém deve acreditar nisso, pois essa gente lida com bilhões como se fosse dinheiro de pinga. O Estádio João Havelange, o Engenhão, engoliu R$ 380 milhões de dinheiro público e foi repassado ao Botafogo. Por pouco não se juntou a manada de elefantes brancos que custaram quase R$ 4 bilhões.
Nos projetos privados, como o Morumbi, problema do São Paulo. Já no Maracanã e no Mineirão...
Na lista de cidades anunciadas pela FIFA, estranha- se a exclusão de centros futebolísticos importantes, como Goiânia e Florianópolis, locais onde o futebol profissional, é uma realidade. Como se explica, então as opções por Natal, Manaus e Cuiabá? Quem vai se interessar em construir estádios onde não há perspectiva de lucro? A iniciativa privada ou o governo? Uma arena erguida num grande centro do futebol faz sentido, gera receitas, é negócio viável. Mas onde não há esporte de verdade e possibilidade consistente de retorno do dinheiro investido, não vai funcionar. É um golpe. A cidade é anunciada, o povo faz festa, e depois, com prazo já estourando, alguém é escalado para colocar a mão no bolso. Advinha quem vai pagar a conta? O Brasil merece receber a Copa. O futebol não pode ser uma exclusividade dos países desenvolvidos. Mas não se pode, em função disso, acreditar que exista por aqui um bando de alucinados, dispostos a suportar a irresponsabilidade de cartolas do governo e da CBF.
Paulo Calçade.
***Minha opinião: É verdade isso... Temos o melhor futebol, mas não temos a melhor estrutura para isso...Quem dirá manter tudo isso...O Brasil precisa pensar em coisas mais importantes do que uma Copa, tipo acabar com a violência...
Cya!
bjO
Quem vai se interessar em construir estádios onde não há perspectiva de lucro? O anúncio das 12 cidades da Copa do Mundo 2014 não trouxe surpresas.
Contemplou as maiores capitais do País, os amigos, ampliou relações políticas e plantou sementes dos problemas pós – mundial . Com toda a pompa que envolve os encontros da FIFA, Joseph Blatter, presidente da entidade, fez o parto dos elefantes brancos que o Brasil terá de alimentar depois da competição.
Você já sabe de onde vai sair a ração dessa bicharada, prepare seu bolso. Dificilmente haverá competição sem que o dinheiro público faça parte do esquema. Nos Jogos Pan Americanos foi assim. O orçamento inicial previsto para consumir R$ 400 milhões, incinerou dez vezes mais. O melhor comentário sobre a situação foi do presidente Lula, ao perceber de onde viriam as garantias para a realização do evento: “ Sobrou pra nós. Nós governo,nós povo, nós..
A partir de agora, a palavra da moda será legado, designado para justificar os benefícios deixados pelos investimentos na Copa. O problema não está nas obras, no legado para a população das cidades escolhidas. Longe disso, todo mundo merece transporte público de país desenvolvido, estradas sem buraco, cidades limpas e seguras. Curioso que o Brasil precise do Senhor Blatter, que mora na Suíça, para nos apontar onde se deve construir uma estação do metrô, por exemplo. O mundial faz milagres. O que seria da gente sem a FIFA? O perigo desse grande negócio reside na outra ponta da relação dos tais legados, o esportivo. A pedido da CBF foram escolhidas 12 sedes.
No lugar de uma competição enxuta, haverá mais dinheiro despejado em construção ou reforma de estádios, o que na prática acaba sendo a mesma coisa. Calcula- se um investimento médio de R$ 300 milhões nas novas arenas.
Depois do Pan do Rio, ninguém deve acreditar nisso, pois essa gente lida com bilhões como se fosse dinheiro de pinga. O Estádio João Havelange, o Engenhão, engoliu R$ 380 milhões de dinheiro público e foi repassado ao Botafogo. Por pouco não se juntou a manada de elefantes brancos que custaram quase R$ 4 bilhões.
Nos projetos privados, como o Morumbi, problema do São Paulo. Já no Maracanã e no Mineirão...
Na lista de cidades anunciadas pela FIFA, estranha- se a exclusão de centros futebolísticos importantes, como Goiânia e Florianópolis, locais onde o futebol profissional, é uma realidade. Como se explica, então as opções por Natal, Manaus e Cuiabá? Quem vai se interessar em construir estádios onde não há perspectiva de lucro? A iniciativa privada ou o governo? Uma arena erguida num grande centro do futebol faz sentido, gera receitas, é negócio viável. Mas onde não há esporte de verdade e possibilidade consistente de retorno do dinheiro investido, não vai funcionar. É um golpe. A cidade é anunciada, o povo faz festa, e depois, com prazo já estourando, alguém é escalado para colocar a mão no bolso. Advinha quem vai pagar a conta? O Brasil merece receber a Copa. O futebol não pode ser uma exclusividade dos países desenvolvidos. Mas não se pode, em função disso, acreditar que exista por aqui um bando de alucinados, dispostos a suportar a irresponsabilidade de cartolas do governo e da CBF.
Paulo Calçade.
***Minha opinião: É verdade isso... Temos o melhor futebol, mas não temos a melhor estrutura para isso...Quem dirá manter tudo isso...O Brasil precisa pensar em coisas mais importantes do que uma Copa, tipo acabar com a violência...
Cya!
bjO
domingo, 20 de setembro de 2009
Atualizando a vida...
Estava pensando esses dias: O que será mais certo, seguir sempre em linha reta, sem erro algum ou de vez em quando virar em alguma esquina da alegria/tristeza para ver o que pode acontecer?...
A resposta é clara, não é mesmo?!...A vida não pode seguir sem algum de emocionante, sem algo que nos motive a continuar...Pensem bastante na vida em que estão seguindo, no rumo em que ela está se direcionando e vejam se é isso mesmo que sempre desejaram pra vocês...
Winston Churchill disse uma vez: Somos donos do nosso destino. Somos capitães da nossa alma.
Think 'bout it!!! ;)
Cya!
bjO ;*
terça-feira, 18 de agosto de 2009
A Arte de Reclamar
As pessoas reclamam. Os jovens reclamam, os mais velhos reclamam, os pobres
reclamam, os milionários reclamam (provavelmente porque a Ferrari que encomendaram demorará alguns meses para chegar). Reclamar é normal. Quem nunca reclamou ao chegar no final de um domingo, ou que está muito calor? Para mim isso é até um comentário, não chega a ser uma reclamação.
O meu desconforto é com os viciados em reclamar. Sim, reclamar vicia. Comece a
reparar: há pessoas que não param de reclamar, e as reclamações vão atingindo
tal banalidade que os viciados não conseguem estabelecer um diálogo sem que haja
reclamações, reclamações e reclamações.
Os viciados em reclamar reclamam de tudo. Está muito calor ou muito frio, o
tempo está muito seco ou não pára de chover, tenho muito trabalho ou trabalho de
menos. Só que não pára por aí. Ultimamente venho colecionando pérolas dessas
pessoas (aqui no meu trabalho são muitos os viciados, e por coincidência são os
piores funcionários, os que não saem do lugar). Uma das piores que ouvi
recentemente era que o café estava muito quente !!! (provavelmente em um bar
essa pessoa reclama que o chope veio muito gelado ...). E mais uma vez não pára
por aí: tive insônia ou dormi demais, estou com fome ou comi muito, etc. Vício é
assim mesmo.
Há reclamações que estão na moda. Hoje a moda é reclamar da queda
da bolsa (embora os viciados na maioria das vezes nunca terão aplicações lá).
Houve um tempo que a moda era reclamar de atrasos nos aeroportos. Desde que
Santos Dumont inventou o avião é que existem atrasos, os controladores de vôo
não podem prever nevascas e tempestades. Não estou falando aqui daqueles atrasos
horrendos de dias, esses sim culpa do descalabro da aviação brasileira, mas dos
básicos, já que como estava na moda, qualquer 15 minutos era considerado
imperdoável. A imagem mais comum era de pessoas jogadas nos aeroportos (jogadas
mesmo, nunca mostravam ninguém sentadinho lendo uma revista) com aquelas caras
de enfado e arrogância, e sempre com um engraçadinho que erguia a voz quando
havia alguma câmara de televisão ligada. Vá para a rodoviária !!!! E reclamar do
aquecimento global então? Super fashion. A polícia não presta? Mais na moda
impossível.
Não estou defendendo as pessoas que não tem boca pra nada, ou pior, que tem
“complexo de Polyana” e até em uma pisada no cocô do cachorro conseguem ver o
lado bom das coisas. Longe disso. Para mim cheira a falsidade.
As pessoas normais sabem reclamar. Se forem mal atendidas, vão falar com o
gerente. Se adquirirem um produto do qual não ficaram satisfeitas, ligam para a
central de atendimento. Se há um bueiro aberto ou um buraco na rua, acionam a
prefeitura. Se a patroa não gostou do serviço da empregada, vai ter uma conversa
e ensinar o certo. Se o relacionamento está ruim, terminam. Se estiverem com
frio, pegam um casaco, e se estão com calor simplesmente tomam um banho. Mas dá
trabalho reclamar direito, muitas vezes somos mal compreendidos. Na última vez
que fui ao supermercado, reclamei porque havia uma pessoa com o carrinho cheio
na fila do caixa rápido (rápido onde???) e tive que agüentar a cara feia da
operadora de caixa. Da próxima vez reclamo com o gerente.
Mas as pessoas viciadas não fazem nada, absolutamente nada, para melhorar sua
situação. Mesmo porque, se reclamarem com a pessoa certa e seu problema for
resolvido, terão que arranjar outro objeto de reclamação. Por isso é tão comum
ver pessoas reclamando que estão acima do peso sentadas no sofá comendo
chocolate, pessoas falando mal de seus companheiros e no entanto continuam
casadas, ou pessoas que deixam para ir ao banco no horário de pico só para
ficarem horas reclamando da demora da fila.
Viciados, a boa notícia é que há cura para todos. Procurem observar o
comportamento de pessoas que tem menos que vocês. Menos saúde, menos dinheiro,
menos amor. E comecem a perceber que muitas vezes essas pessoas não reclamam,
apenas aceitam as mazelas e procuram melhorar. Tentem ficar um dia inteirinho
sem reclamar. É difícil. As pessoas ao seu redor agradecem. Como no AA, um dia
de cada vez.
reclamam, os milionários reclamam (provavelmente porque a Ferrari que encomendaram demorará alguns meses para chegar). Reclamar é normal. Quem nunca reclamou ao chegar no final de um domingo, ou que está muito calor? Para mim isso é até um comentário, não chega a ser uma reclamação.
O meu desconforto é com os viciados em reclamar. Sim, reclamar vicia. Comece a
reparar: há pessoas que não param de reclamar, e as reclamações vão atingindo
tal banalidade que os viciados não conseguem estabelecer um diálogo sem que haja
reclamações, reclamações e reclamações.
Os viciados em reclamar reclamam de tudo. Está muito calor ou muito frio, o
tempo está muito seco ou não pára de chover, tenho muito trabalho ou trabalho de
menos. Só que não pára por aí. Ultimamente venho colecionando pérolas dessas
pessoas (aqui no meu trabalho são muitos os viciados, e por coincidência são os
piores funcionários, os que não saem do lugar). Uma das piores que ouvi
recentemente era que o café estava muito quente !!! (provavelmente em um bar
essa pessoa reclama que o chope veio muito gelado ...). E mais uma vez não pára
por aí: tive insônia ou dormi demais, estou com fome ou comi muito, etc. Vício é
assim mesmo.
Há reclamações que estão na moda. Hoje a moda é reclamar da queda
da bolsa (embora os viciados na maioria das vezes nunca terão aplicações lá).
Houve um tempo que a moda era reclamar de atrasos nos aeroportos. Desde que
Santos Dumont inventou o avião é que existem atrasos, os controladores de vôo
não podem prever nevascas e tempestades. Não estou falando aqui daqueles atrasos
horrendos de dias, esses sim culpa do descalabro da aviação brasileira, mas dos
básicos, já que como estava na moda, qualquer 15 minutos era considerado
imperdoável. A imagem mais comum era de pessoas jogadas nos aeroportos (jogadas
mesmo, nunca mostravam ninguém sentadinho lendo uma revista) com aquelas caras
de enfado e arrogância, e sempre com um engraçadinho que erguia a voz quando
havia alguma câmara de televisão ligada. Vá para a rodoviária !!!! E reclamar do
aquecimento global então? Super fashion. A polícia não presta? Mais na moda
impossível.
Não estou defendendo as pessoas que não tem boca pra nada, ou pior, que tem
“complexo de Polyana” e até em uma pisada no cocô do cachorro conseguem ver o
lado bom das coisas. Longe disso. Para mim cheira a falsidade.
As pessoas normais sabem reclamar. Se forem mal atendidas, vão falar com o
gerente. Se adquirirem um produto do qual não ficaram satisfeitas, ligam para a
central de atendimento. Se há um bueiro aberto ou um buraco na rua, acionam a
prefeitura. Se a patroa não gostou do serviço da empregada, vai ter uma conversa
e ensinar o certo. Se o relacionamento está ruim, terminam. Se estiverem com
frio, pegam um casaco, e se estão com calor simplesmente tomam um banho. Mas dá
trabalho reclamar direito, muitas vezes somos mal compreendidos. Na última vez
que fui ao supermercado, reclamei porque havia uma pessoa com o carrinho cheio
na fila do caixa rápido (rápido onde???) e tive que agüentar a cara feia da
operadora de caixa. Da próxima vez reclamo com o gerente.
Mas as pessoas viciadas não fazem nada, absolutamente nada, para melhorar sua
situação. Mesmo porque, se reclamarem com a pessoa certa e seu problema for
resolvido, terão que arranjar outro objeto de reclamação. Por isso é tão comum
ver pessoas reclamando que estão acima do peso sentadas no sofá comendo
chocolate, pessoas falando mal de seus companheiros e no entanto continuam
casadas, ou pessoas que deixam para ir ao banco no horário de pico só para
ficarem horas reclamando da demora da fila.
Viciados, a boa notícia é que há cura para todos. Procurem observar o
comportamento de pessoas que tem menos que vocês. Menos saúde, menos dinheiro,
menos amor. E comecem a perceber que muitas vezes essas pessoas não reclamam,
apenas aceitam as mazelas e procuram melhorar. Tentem ficar um dia inteirinho
sem reclamar. É difícil. As pessoas ao seu redor agradecem. Como no AA, um dia
de cada vez.
***texto tirado daqueles milhares de e-mails que você recebe no seu trabalho...rs***
Cya!!!!
domingo, 16 de agosto de 2009
E por quê não?
As vezes colocamos muita responsabilidade em nossas costas, achamos que tudo o que fazemos irá afetar alguém...
Nos mantemos firmes, tentando agradar a todos, e por mais que as pessoas gostem de nossas atitudes, por dentro estamos down!...
Por que, as vezes, não podemos esquecer de tudo isso e curtir a vida como se deve?
Por que não extrapolar os limites que nos mantem sãos ao menos uma noite, para que você não passe sua vida toda dizendo que sua vida foi normal e CHATA?
Sim, fiz isso..E foi muito bom sabe...esquecer de tudo o que lhe tras tristeza, o que te deixa preocupado e apenas se divertir...
E fazer isso na companhia de amigos, ou não...é muito bom!!!!
Cya!
Nos mantemos firmes, tentando agradar a todos, e por mais que as pessoas gostem de nossas atitudes, por dentro estamos down!...
Por que, as vezes, não podemos esquecer de tudo isso e curtir a vida como se deve?
Por que não extrapolar os limites que nos mantem sãos ao menos uma noite, para que você não passe sua vida toda dizendo que sua vida foi normal e CHATA?
Sim, fiz isso..E foi muito bom sabe...esquecer de tudo o que lhe tras tristeza, o que te deixa preocupado e apenas se divertir...
E fazer isso na companhia de amigos, ou não...é muito bom!!!!
Cya!
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